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A importante função do farmacêutico

A importante função do farmacêutico

A profissão de farmacêutico é uma das mais antigas da humanidade. Há milhares de anos, os chineses já buscavam a cura de doenças através de remédios feitos com extrato de plantas. Os egípcios, por exemplo, utilizavam também banha de animais, como crocodilo e cobra.

Atualmente, no Brasil a profissão pode ser exercida em mais de 70 diferentes áreas, todas elas regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), mas é no balcão da farmácia que mais conhecemos esse profissional, responsável por orientar no uso correto dos medicamentos prescritos e fazer o acompanhamento durante todo o tratamento do paciente.

Ser farmacêutico vai além de levar ao paciente o medicamento indicado pelo médico. É zelar pela saúde e pelo bem-estar da população, prestando toda a assistência farmacêutica e sendo um elo entre a população e a indústria farmacêutica, promovendo o uso correto e racional dos medicamentos. Faz parte também do seu trabalho verificar se o paciente faz uso de outros medicamentos que poderão conflitar em suas fórmulas, causando resultado ineficaz e até mesmo reações indesejadas. Os últimos dados divulgados pela Fiocruz, em 2012, apontam que no Brasil ocorreram mais de 27 mil casos de pessoas com intoxicação causada por medicamentos. O papel do farmacêutico é fundamental para diminuir esse número, uma vez que o seu trabalho é o de cuidar e proteger a saúde humana.

Ele está, a todo momento, pronto para atender os clientes, mas as funções do farmacêutico vão muito além do atendimento. O profissional é responsável desde o monitoramento do estoque até verificar sinais e sintomas dos pacientes que precisam de ajuda.

Confira todas as funções do profissional no dia a dia e entenda um pouco mais sobre o papel do farmacêutico:

Atividades não clínicas

  • Aquisição e monitoramento do estoque;
  • Recebimento, armazenamento e conservação dos medicamentos;
  • Fracionamento de medicamentos;
  • Manipulação de fórmulas magistrais e oficinais;
  • Intercambialidade de medicamentos;
  • Realização do exame físico do medicamento;
  • Elaboração do Manual de Boas Práticas de Dispensação;
  • Elaboração dos Procedimentos Operacionais-Padrão (POPs);
  • Elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS);
  • Treinamento e capacitação dos funcionários;
  • Atualização da documentação legal;
  • Uso de ferramentas administrativas e financeiras, como escrituração de medicamentos no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), sistema de controle de estoque de medicamentos, cadastro de fornecedores, entre outros.

Atividades clínicas:
(de acordo com a Resolução do Conselho Federal de Farmácia – CFF – 565)

  • Estabelecer e conduzir uma relação de cuidado centrada no paciente;
  • Desenvolver, em colaboração com os demais membros da equipe de saúde, ações para a promoção, proteção e recuperação da saúde, e a prevenção de doenças e de outros problemas de saúde;
  • Participar do planejamento e da avaliação da farmacoterapia, para que o paciente use de maneira segura os medicamentos de que necessita, em doses, frequência, horários, vias de administração e duração adequados, contribuindo para que o mesmo tenha condições de realizar o tratamento e alcançar os objetivos terapêuticos;
  • Analisar a prescrição de medicamentos quanto aos aspectos legais e técnicos;
  • Realizar intervenções farmacêuticas e emitir um parecer farmacêutico a outros membros da equipe de saúde, com o propósito de auxiliar na seleção, adição, substituição, ajuste ou interrupção da farmacoterapia do paciente;
  • Prover a consulta farmacêutica em consultório farmacêutico em consultório farmacêutico ou em outro ambiente adequado, que garanta a privacidade do atendimento;
  • Fazer a anamnese farmacêutica, bem como verificar sinais e sintomas, com o propósito de prover cuidado ao paciente;
  • Prevenir, identificar, avaliar e intervir nos incidentes relacionados aos medicamentos e a outros problemas relacionados à farmacoterapia;
  • Identificar, avaliar e intervir nas interações medicamentosas indesejadas e clinicamente significantes.

Fonte: Guia da Farmácia 

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