Compras na farmácia: como repor bem, aproveitar negociações e aumentar a margem com o Unifar

Compras na farmácia: como repor bem, aproveitar negociações e aumentar a margem com o Unifar

Uma boa gestão de compras mantém o produto certo na gôndola, evita falta e desperdício e protege a margem; com o Unifar, dá para organizar reposição automática, comparar condições e tomar decisão com dados, sem complicar a rotina.

O básico que muda o jogo

  • Separe dois tipos de compra: pedido de rotina (reposição) e pedido especial/negociado (oportunidades para estocar com objetivo claro).
  • O CMV é o seu “GPS”: define quanto a farmácia pode comprar para repor sem apertar o caixa; estoque novo ou sazonalidade entram como investimento planejado, não como reposição.
  • Compras certas reduzem rupturas, evitam encalhe e melhoram o preço final sem sacrificar margem no dia a dia.

Pedido de rotina: reponha sem sufocar o caixa

  • Use estoque mínimo e máximo: quando o item bate o mínimo, o sistema sugere repor até o máximo e mantém o giro saudável ao longo do mês.
  • Priorize pedido eletrônico com fornecedores: ganha agilidade e visibilidade do que foi faturado, acelerando a reposição.
  • Respeite a dotação orçamentária: rotina não serve para “encher” estoque, e sim para repor o que vendeu dentro do limite apontado pelo CMV.

Pedido especial: quando aproveitar promoções

  • Só avance com “provisão de caixa e previsão de venda”: sem esses dois, a compra barata pode virar produto parado ou vencido.
  • Atenção ao histórico: comprar 600 unidades com giro de 3 anos não é negócio, mesmo com preço baixo; prazo e validade contam muito.​
  • Objetivo claro: estocar para tabloide, reforçar linha nova ou ajustar estoque abaixo do ideal; negocie direto (OL) quando fizer sentido.​

Descontos: entenda as “pegadinhas” comuns

  • “1+2” não é mágica: pagar preço cheio na primeira e “ganhar” duas pode equivaler a ~66,7% de desconto efetivo, não 70%+; faça a conta por unidade.
  • “50+30” não é 80%: aplica 50% e depois 30% sobre o resultado, dando ~65% no final; avalie também onde o fornecedor lança o desconto (nota x boleto).
  • Separe o que é desconto do que é imposto ST quando possível, para enxergar a margem real; se não der agora, avance e aperfeiçoe depois.​

Prazos e fluxo de caixa

  • Prefira prazos estáveis em vez de “esticadas” de fim de mês que bagunçam boletos e comprimem o caixa em uma data só.​
  • Acompanhe posicionamento relativo: alinhe prazo de pagamento a fornecedores com o prazo de recebimento dos clientes para preservar capital de giro.
  • Promoção boa respeita a agenda financeira da farmácia; quem dita a forma de pagar é o seu planejamento, não a urgência do vendedor.​

Mix, OLs e PBMs: onde a margem cresce

  • Mix certo eleva desconto médio e rentabilidade: mais OL (compra negociada com laboratório) e PBM (benefício ao cliente e melhor reposição) aumentam a eficiência do CMV.
  • Grupos de compra e redes (associativas, cooperativas, licenciamento ou franquias) facilitam acesso a condições melhores, mesmo para lojas menores.​
  • O que importa é a média ponderada dos descontos por grupo (prescrição, similar, genérico), não vitórias pontuais em poucos itens.

Como o Unifar ajuda na prática

  • Sugestão de compra por mínimo/máximo e giro: automatiza a rotina de reposição e reduz ruptura com disciplina orçamentária.​
  • Histórico e relatórios por grupo: permitem calcular e acompanhar desconto médio e representar melhor a realidade do CMV mês a mês.
  • Apoio às negociações: ao cruzar giro, prazo e margem, fica mais simples decidir quando um pedido especial vale o capital de giro extra.

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